CIM do Cávado com orçamento de 15 milhões e 55 “projetos estratégicos” para o território

16-DEZ-2025

CIM do Cávado com orçamento de 15 milhões e 55 “projetos estratégicos” para o território

O Conselho Intermunicipal (CI) da Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado) aprovou o Plano de Atividades e Orçamento para 2026, que atinge o valor global de mais de 15 milhões de euros.

Em comunicado, a CIM refere que este é um “documento estratégico que reforça a aposta no desenvolvimento integrado, sustentável e coeso do território, abrangendo os seis municípios da sub-região”.

“O orçamento para 2026 apresenta um volume global de receita de 15.474.188 euros, garantindo um enquadramento financeiro equilibrado e sustentável para o exercício das competências intermunicipais”, salienta o organismo, sublinhando que o valor total do orçamento não inclui as operações de tesouraria, do Fundo Ambiental, via CIM Cávado, para as Autoridades de Transportes de Barcelos e Braga num valor aproximado de 19 milhões de euros.

A principal fonte de financiamento do orçamento provém do Orçamento do Estado (71%), seguindo-se os fundos comunitários (19%), as prestações dos municípios (8%) e outras fontes de financiamento (1%).

O Plano de Atividades para 2026 da CIM Cávado organiza-se em torno de cinco eixos estratégicos: inovação e competitividade, transição energética e climática, cultura e coesão territorial, políticas educativas e sociais, e capacitação e governação multinível. Neste contexto, “estão previstos 55 projetos, alinhados com a visão de desenvolvimento sustentável, integrado e coeso do território”.

Para o presidente do Conselho Intermunicipal da CIM Cávado, Mário Constantino, este é um orçamento “realista, equilibrado e fortemente orientado para o futuro do território, refletindo uma estratégia clara de desenvolvimento intermunicipal, assente na captação de fundos comunitários, na valorização do capital humano e na resposta aos grandes desafios do território, como a transição climática, a competitividade económica e a coesão social”.

Mário Constantino destaca ainda o papel da CIM enquanto “entidade agregadora e facilitadora” da ação municipal: “Este documento é o resultado de um trabalho articulado entre os municípios do Cávado, permitindo reforçar a capacidade de intervenção conjunta, ganhar escala e potenciar investimentos que dificilmente seriam possíveis de forma isolada”.

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